E por isso os desenvolvedores não ficaram nenhum pouco satisfeitos, tendo que isso custa o lucro direto para eles.
Apple alega que alguns consumidores estão se queixando desse tipo de conteúdo e resolveu tomar essa iniciativa.
O vice-presidente da Apple, Phil Schiller, em entrevista ao “The New York Times” disse que alguns pais estariam preocupados com seus filhos tendo acesso a esse tipo de conteúdo, várias cartas e e-mails chegaram até seu conhecimento e medidas foram tomadas.
Desenvolvedores questionaram a fabricante dizendo que só souberam dessa decisão quando viram que seus programas não estavam mais lá na página para downloads. Sendo assim questionaram a conduta da empresa.
Até empresas como a britânica Simply Beach, que faz biquínis e roupas para natação, se considera injustiçada. Pois seus aplicativos foram confundidos com conteúdos impróprios.“Você pode ver muito mais na sua piscina. Esperamos que a mulher que compra nossos produtos se sinta sexy, mas não é o tipo de coisa que os homens baixam com intenções sexuais”, disse Gerrard Dennis, diretor da empresa ao jornal “The Sun”.
Enquanto isso, aplicativos de revistas como a Playboy e calendários de mulheres seminuas da Sports Illustrated seguiam disponíveis nesta terça-feira (23). A explicação de Schiller para casos como esses seria de que se tratam de “empresas conhecidas com material publicado em formato de grande aceitação”.
Desenvolvedores também alegam sobre o acesso desses conteúdos via internet pelo celular e questionam ainda mais essa atitude, sendo que os "jovens" acessam muito mais pelo browser dos celulares esse tipo de conteúdo.
Jonathan D.
Marketing Tecnológico.
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